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16 de fev de 2016

Aprenda a vencer o campo de batalha da sua mente!


Você não será mais o mesmo, depois de ler essa mensagem e praticá-la.

Todo problema começa na mente. Nossa mente é o grande campo de batalha em que devemos alcançar vitória sobre o diabo. A verdadeira guerra espiritual não é uma questão de expulsarmos demônios, mas um resistir ao diabo e às imagens que ele lança em nossa mente.

Se você já recebeu o Senhor Jesus, o seu espírito já foi recriado, regenerado e, portanto, está pronto. A obra de Deus hoje em sua vida consiste em transformar a alma.

Essa transformação ocorre pela renovação da mente. É um processo que dura a vida inteira e consiste em abandonar fundamentos errados e firmar-se na rocha, que é a Palavra de Deus. Vamos ver alguns principais fundamentos ou bases que o inimigo usa para controlar as nossas mentes.

PRIMEIRO FUNDAMENTO ERRADO: IMAGENS ERRADAS 
Existe uma sequência simples em nossa mente: imagens produzem pensamentos, pensamentos produzem palavras e palavras geram ações. Se queremos mudar o comportamento, as ações, temos de ir à origem e mudar as imagens.

Tudo o que Deus faz Ele o faz a partir de imagens. Antes de Deus nos levar a fazer alguma coisa, Ele sempre nos levará a imaginar a obra e sonhar com ela. Foi assim que Deus fez com Abraão. Deus lhe fez promessa de que a sua descendência seria muito numerosa e então lhe disse: “Olhe para as estrelas, Abraão, olhe para a areia do mar. Encha a sua mente com essas imagens. Não olhe para a sua idade, olhe para as estrelas. Não olhe para idade avançada de Sara, olhe para a areia do mar”.

O inimigo tem tentado convencer a muitos de que sua mente não pode ser controlada. Entretanto, isso é um engano, uma mentira. Nós podemos e devemos controlar as imagens que vêm à nossa cabeça. É verdade que não podemos impedir que venham imagens erradas à nossa mente, mas podemos impedir que elas continuem ali. Não podemos impedir que um passarinho pouse em nossa cabeça, mas podemos impedir que ele faça um ninho. Todos formamos dentro de nós imagens com relação a Deus, a nós próprios e aos outros. A nossa tendência é de nos relacionarmos com essas imagens.

A primeira imagem com a qual nos relacionamos é a imagem de Deus. Eu gosto muito do nome de Deus, o seu nome é “Eu sou o que sou”. É como se o Senhor estivesse nos dizendo: “Não me confunda com outro, eu sou o que sou. Eu não sou o que você pensa, eu sou o que sou”. A tendência é projetarmos em Deus as imagens dos nossos pais terrenos. É por isso que muitos têm problemas na vida cristã. Por que você deixa de orar? Certamente, deve ter acontecido algo errado e você está apenas fugindo de Deus. A imagem que o diabo insinua é que Deus é mau e está nos esperando para nos condenar e punir. Pode ser ainda que deixamos de orar porque há algo errado em nós e tememos ser rejeitados por Deus. Daí fugimos do contato com Ele.

O diabo é que produz imagens de que Deus é mau e está com raiva de você. Quando você era criança, sempre ouvia aquela terrível advertência: “Se você fizer algo errado, papai do céu não gosta mais de você”. Crescemos, mas ainda pensamos que aquelas palavras eram verdadeiras. Hoje, quando fazemos algo errado, logo pensamos que Deus não nos ama mais. Quem nunca ouviu em sua mente aquela frase: Deus agora desistiu de você?

Sempre gosto de me lembrar da imagem que o servo infiel tinha de Deus na Parábola dos Talentos, em Mateus 25.24. No seu conceito, o servo infiel pensava que Deus era alguém tão severo que queria colher o que não havia semeado e queria ajuntar o que não havia espalhado. Foi essa imagem distorcida de Deus que o levou a agir errado guardando o seu talento com medo de Deus, pois o diabo conseguiu torcer a imagem de Deus em sua mente. Não podemos servir a Deus com base no medo, na angústia e na cobrança. Deus é o que Ele diz que é, não o que você pensa ou que os outros dizem. E onde podemos saber o que Deus diz? Evidentemente, na sua Palavra. A Palavra de Deus nos diz que Deus é Amor, Deus não está zangado com você. Ele o ama como você é. E já pagou o preço por todas as suas injustiças. Lembre-se, Deus nunca desiste de você. E a imagem que temos de nós mesmos? Como elas podem nos influenciar? De todas as formas.

A imagem que temos de nós mesmos determina como vamos nos relacionar com os outros. Em Romanos 12.3, a Palavra de Deus nos adverte para que não pensemos de nós além do que convém, ou seja, não devemos pensar de nós algo que vai além do que é correto. Em Provérbios 23.7, a Bíblia diz: “Porque, como imagina o seu coração, assim ele é”. Veja, você é o que imagina ser. Precisamos encher a nossa mente com as imagens verdadeiras da Palavra de Deus. Você não é o que seus pais dizem, não é o que seus colegas dizem, você é o que Deus diz que você é.

Em Números 13.33, temos um exemplo interessante do poder da autoimagem. Os espias foram enviados por Moisés para verem a terra prometida, e no seu retorno fizeram o seguinte relatório: “Vimos ali gigantes e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos”. Eles se viam como gafanhotos e viam os inimigos como gigantes. A autoimagem deles era a de gafanhotos. Isso explica porque não puderam alcançar muita coisa; afinal, gafanhotos são insignificantes.

O grande problema é que os crentes não sabem quem são em Cristo. Não se veem como Deus os vê, e, por isso, cedem às ameaças do inimigo. Você é aquilo que você fala e aquilo que vê em você. Se nos vemos como fracos, assim o seremos; se nos vemos como gafanhotos, eis no que nos tornamos. E ainda há pessoas que se desvalorizam e se depreciam achando que com isso glorificam a Deus. Aprenda a perceber o seu valor em Cristo. Se o valor de uma mercadoria é medido pelo preço que se paga por ela, então podemos dizer que o seu valor é extraordinariamente grande, pois o preço que foi pago por você é o sangue de Jesus, que representa a vida do próprio Deus.

Você pode estar pensando consigo mesmo: “Eu tenho uma autoimagem correta”. Mas eu gostaria de checar isso com você. Vamos colocar algumas características que apontam para uma autoimagem errada.

Melindroso – O melindroso se vê como uma minhoca, e, por isso, julga que todos estão pisando nele.
Argumentador – Se alguém se vê menor que os outros, vai ter de mostrar que é melhor, que tem a melhor ideia, por isso, está sempre argumentando e rejeitando a opinião dos outros.
Crítico – Por se achar ruim, sente-se melhor rebaixando os outros, mostrando seus defeitos.
Intolerante – Essa atitude diz que a pessoa tem medo de ser suplantada por alguém que venha a ser ou fazer algo melhor do que ela.
■ Mau perdedor – Para provar que tem valor, nunca pode perder, e, por isso, faz qualquer coisa para ganhar.
Perfeccionista – Há o engano de pensar que só terá valor se for perfeito, como nunca alcança a perfeição, a autoimagem fica destruída.
Exibicionista – Gosta de exibir seus títulos e condecorações. Essa atitude dispensa qualquer comentário.

Poderíamos citar muitas outras atitudes que demonstram uma autoimagem errada.
Este é o primeiro fundamento ou base que o inimigo procura estabelecer em nossa mente. Para vencer esse problema, precisamos renovar a nossa mente com a Palavra de Deus. Veja-se como Deus o vê. Descubra a sua filiação. Assuma a sua posição elevada em Cristo. Use a sua autoridade. Utilize o seu poder. Avalie a sua riqueza e herança em Cristo. Diga em voz alta: “Eu fui criado à imagem de Deus, para ser como Ele, para manifestá-lo e expressá- -lo sobre a terra. Sou feito para a vida e o amor, para o poder e a prosperidade, para o sucesso e progresso, para a dignidade e a glória de Deus. Eu nasci para ser filho do Rei!

SEGUNDO FUNDAMENTO ERRADO: LEMBRANÇAS ERRADAS 
Quando eu estava na faculdade de psicologia, ouvia sempre esta afirmação: “É preciso que nos lembremos do nosso passado”. Todo tratamento na psicologia consiste basicamente em se lembrar de coisas do passado. Este é o padrão do mundo. Se queremos ter a nossa alma transformada e a nossa mente renova, temos de seguir o padrão bíblico: esqueça o passado.

Em Isaías 43.18, 25, lemos: “Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas”. Deus diz que, uma vez que os nossos pecados foram perdoados, não haverá mais lembranças deles diante d´Ele.

Se Deus se esquece do nosso passado, por que temos de lembrar dele? O problema na mente de muitos crentes são as lembranças erradas. Não devemos discutir com a Palavra de Deus, apenas praticá-la. Se Deus me manda esquecer, então eu devo esquecer.

O próprio Paulo nos oferece o exemplo e o padrão em Filipenses 3.13: “Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo”. A Bíblia nos orienta a andar olhando para o alvo, e não para o passado. Tudo o que você era e tudo o que você fez foi sepultado com Cristo por ocasião da sua morte. Você renasceu em Cristo; antes, estava morto, mas agora nasceu de novo.

Criança não tem passado, logo você também não tem passado. Isso é um fato diante de Deus e deve também ser para você. Uma das coisas que nos levam a ficar presos ao passado é o ressentimento e a falta de perdão. É necessário que sejamos completamente livres do passado. Por isso, abra o seu coração para perdoar e aceite também o perdão em sua vida completamente.

TERCEIRO FUNDAMENTO ERRADO: CONFISSÃO ERRADA 
"Tomai também o capacete da salva- ção e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus" (Efésios 6.17).

"Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força". (Apocalipse 1.16)

Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;

E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam. (Mateus 4.1-11) "Eles, pois, venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida". (Apocalipse 12.11)

Aquilo que você fala é aquilo que você produz. Quer suas palavras sejam positivas ou negativas, são sementes. Produzirão nos outros o tipo de pessoa que você é. Todos nós fazemos confissões o tempo todo. Você é dominado pelas suas palavras. Poucos são os crentes que percebem a importância das confissões. A Palavra “confissão” tem, para muitos, a ideia de confessar pecados simplesmente. Mas confessar significa falar o mesmo que Deus, concordar com Deus.

Se desejemos ter a nossa mente renovada e a nossa alma transformada, temos de guardar a nossa boca de confissões de morte. Tudo o que Deus fez Ele o fez pela Sua Palavra. Provérbios 18.21 diz: “A morte e a vida estão no poder da língua”. As nossas palavras também criam realidade e podem mudar a nossa mente. Nunca fale em termos de doença, fale de saúde.

Nunca fale em termos de fracasso, creia no sucesso. Nuca fale em termos de derrota, proclame a vitória. Não enfatize o que o diabo tem feito, fale a respeito das tremendas obras de Deus. Você está numa guerra espiritual. Quer saiba disso ou não, ainda assim você está dentro dela. Assim, é melhor você se armar e sair para a peleja, pois o inimigo está rodeando, procurando uma brecha para atacar.

Você pode estar pensando: “Como posso me armar?”. A resposta é muito simples: com a maior de todas as armas, a Palavra de Deus. Você talvez me responda: “Bom, eu já tenho uma Bíblia”. Mas ouça-me, ter uma Bíblia apenas não resolve. A Palavra é uma arma que não funciona na mão, funciona apenas na boca. Quando João viu a Jesus no livro de Apocalipse, da boca de Jesus saía uma espada afiada. Não pense que Jesus é um faquir que engole espadas. A visão era um símbolo de que a espada do Espírito deve estar colocada em nossa boca. A Palavra na sua boca vai produzir o que ela diz, vai gerar vida, e ainda mais, vai arrasar com o diabo. A morte e a vida estão no poder da língua, o que a bem utiliza come do seu fruto. (Provérbios 18.21)

Aí está! Palavras são sementes. Nós colhemos exatamente aquilo que plantamos. É preciso que você separe um tempo do seu horário devocional para confessar a Palavra. Na verdade, você deve aprender a confessá-la à medida que estiver lendo. Após ler os versículos, faça uma confissão em primeira pessoa. Quando você falar a Palavra, terá sido afetado mental, emocional, física e espiritualmente. A Palavra é o poder de vida, e o confessar lhe trará vida em qualquer situação em que você esteja. Muitas vezes, você não verá o resultado imediato de sua confissão, mas lembre-se, a confissão é uma semeadura. A Palavra é a semente. Leva um certo tempo para a semente germinar, crescer e frutificar.

Em Mateus 4, Jesus nos deu o exemplo de como se deve usar a Palavra de Deus contra o diabo. Jesus estivera no deserto por quarenta dias jejuando e, ao final, Satanás veio para tentá-lo. E o que fez Jesus? Ele disse: “Está escrito!”. Ele apenas falou a Palavra de Deus. Após isso, logo o diabo O deixou dizendo: “Ok! Jesus, você venceu!”? Não! Ele ainda voltou para tentar a Jesus, não uma, mas duas vezes mais. E cada vez que ele vinha, Jesus dizia: “Está escrito!” e fazia uma tremenda confissão da Palavra de Deus.

Ouça-me, o diabo é um demente. Ele não desiste facilmente. Todavia, devemos atacá-lo com a mesma arma que Jesus usou: a Palavra de Deus. Jesus sabia do poder da Palavra em sua boca tanto para atacar como para defender. Observe bem a atitude de Jesus diante da persistência do diabo. Ele não disse: “Parece que isso não funciona. Eu confesso, o diabo vai, mas depois torna a voltar. Preciso buscar outra estratégia”. Ouça-me, Jesus não desistiu porque o diabo voltou. Ele não voltou para o deserto para jejuar novamente pensando que talvez não estivesse ainda em condições espirituais para enfrentar o diabo. Ele permaneceu firme apenas confessando a Palavra, dizendo: “Está escrito!”.

Em Apocalipse 12.11, lemos que “Eles venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram”. Amigo, a sua própria força é insuficiente para derrotar o diabo, você precisa do poder da Palavra de Deus. Lembre-se de que a Palavra de Deus é a verdade. A verdade não é o é que você vê, nem o que você sente, a verdade é o que a Palavra de Deus diz. Ainda que você não veja, nem sinta, ainda assim confesse a Palavra de todo o seu coração. A confissão vai gerar fé em você e esta vai produzir a realidade e a experiência daquilo que a Palavra de Deus diz. Confesse aquilo que Deus diz que Ele é, faz, e tem, aquilo que Deus diz que você é, que você faz, e que você tem. Brevemente, você colherá os resultados tremendos.

Confessar a Palavra é desembainhar a espada, usando-a. Jesus se apresenta com uma aguda espada de dois fios na boca (Apocalipse 1.16). Podemos perguntar por que na boca? Em Hebreus 4.12, vemos que essa espada é a Palavra. Assim, descobrimos que a Palavra de Deus só funciona como arma sendo verbalizada, isto é, falada. É uma espada que deve estar na nossa boca. Aprender a confessar a Palavra é fundamental para uma vida vitoriosa.

Jesus é o nosso modelo. Como Ele venceu a Satanás? Confessando a Palavra. Como destruímos os dardos inflamados do maligno? Confessando a Palavra. Então, como confessar a Palavra? A Bíblia ensina que aquilo que não procede do nosso coração não têm valor algum. Deus respeita somente o real consentimento dos homens. Daí Ele sonda os nossos corações, pois só damos real permissão quando o que é dito da boca para fora não tem valor algum. É pura religiosidade morta. Jesus dizia dos fariseus: “Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim” (Mateus 15.8). A confissão deve partir do coração.

QUARTO FUNDAMENTO ERRADO: MENTE PASSIVA 
A Palavra de Deus diz que devemos pensar em certas coisas e não em outras. Segundo a Bíblia, a nossa mente nos pertence e não podemos comandá-la como quisermos. É preciso que coloquemos os nossos pensamentos em linha com a Palavra de Deus, mas, para isso, é preciso que tenhamos uma mente ativa. Filipenses 4.8 diz:

[...] tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso que ocupe o vosso pensamento. Você pode escolher em que pensar. A sua mente lhe pertence assim como a sua mão ou a sua perna.

Você pode comandá-la. É necessário que abandonemos toda passividade mental para que não fiquemos à mercê de todo pensamento que nos sobrevenha. O que percebemos, entretanto, é que existe muita passividade no meio do povo de Deus. Há uma grande diferença entre a ação do diabo, só pode agir se formos passivos.

Deus age de forma oposta, Ele precisa de nossa atividade. A Palavra de Deus diz: “Busque de todo o coração, levante-se, erga a voz, peça, insista etc”. Se ficamos passivos, o Espírito não age, se cooperamos com Deus, os resultados aparecem.

Existem alguns sintomas comuns de mente passiva: falta de concentração, falta de atenção, imaginação descontrolada e pensamentos repentinos. Não deixe a sua à mercê das influências malignas, mas procure comandar todos os pensamentos para estarem em linha com a Palavra de Deus.

Pr. Aluízio Antônio
O Pr. Vinícius está pronto a esclarecer o que você não entendeu.
Ligue para (31) 98489-2607.
Fonte: Jornal Atos Hoje - Igreja Batista da Lagoinha
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